Bom para o bolso: 1º passo para preservar natureza é rever hábitos de consumo
O primeiro passo para o uso consciente do planeta é rever os hábitos de consumo, o que traz vantagens para o bolso dos cidadãos, segundo os "12 Princípios de Combate ao Aquecimento Global", elaborados pelo Instituto Akatu.
A fabricação de qualquer produto ou serviço requer o uso de matérias primas, água e energia em grande quantidade. Por isso, deve-se consumir sem exageros, para que a necessidade de utilizar esses recursos diminua e, assim, degrade-se menos o meio ambiente. Com isso, o cidadão ainda economiza.
"Uma atitude simples como repensar a troca do celular pode ajudar a combater o aquecimento global. Compre apenas o que é realmente essencial e você estará contribuindo para a sustentabilidade da vida no planeta", diz o primeiro dos 12 princípios, divulgados pelo banco Itaú.
Em prol da natureza Além do consumo, existem outros onze princípios a serem seguidos para que a população humana não degrade ainda mais a natureza e agrave o problema do aquecimento global. Veja-os abaixo:
Florestas: O desmatamento é a principal causa da liberação de gases do efeito estufa na atmosfera, respondendo por 75% das emissões de CO2. Ao evitar o consumo de produtos feitos com madeira, o cidadão evita essa realidade.
Transporte: Evitar a queima de combustíveis fósseis é uma das principais atitudes para conter o aquecimento global, já que essa é a segunda maior causa de emissão de gases do efeito estufa.
Produtos: Crie um novo critério para a compra de produtos: o impacto sobre o aquecimento global. Dê preferência a produtos fabricados próximos, com material reciclado, de maior vida útil e com certificado de origem.
Empresas: Compre de empresas que se preocupam com o aquecimento global; assim obrigará seus concorrentes a preservar o meio ambiente.
Energia: A geração de energia é uma grande fonte de emissão de gases de efeito estufa. Apague as luzes ao sair dos ambientes, reduza o tempo dos banhos e desligue os aparelhos eletroeletrônicos, quando não os estiver usando.
Lixo: Quanto menor o volume de lixo, menos gases emitidos para que seja armazenado. Todos os dias, os brasileiros jogam fora 39 mil toneladas de comida, quantidade suficiente para alimentar 19 milhões de pessoas.
Reutilização: Evite jogar um produto fora antes de sua vida útil. Use-os até o limite; conserte, em vez de jogar fora, ou doe.
Reciclagem: Assim, reduz-se o volume de lixo de tratamento genérico, redirecionando parte dos materiais para serem reprocessados. Dessa forma, há economia de água, energia e matérias-primas.
Informação: Esteja sempre informado sobre o aquecimento global, bem como sobre as empresas, instituições e pessoas que visam minimizar seus efeitos.
Poder público: Faça com que os responsáveis pelas políticas públicas saibam que você se preocupa com o aquecimento global.
Divulgação: Além de atuar contra o aquecimento global, chame amigos e familiares para ajudar a combatê-lo
BC anuncia novo recorde de baixa para juros. Veja o impacto no bolso
Na última segunda-feira (24), o Banco Central informou, em sua "Nota de Política Monetária", que a taxa de juro ao consumidor bateu novo recorde de baixa, ao passar de 47% ao ano para 46,6% anuais, entre julho e agosto. Desde fevereiro, existe uma tendência de queda constante na cobrança.
Contudo, antes de tomar crédito, é importante levar em consideração que a modificação, de um mês para o outro, tem pouco impacto no bolso. É importante avaliar, também, quais taxas aumentaram e quais caíram.
Redução e aumento
No caso do cheque especial, por exemplo, a média passou de 7,54% ao mês para 7,55% mensais - mostrando tendência contrária à média e expansão de 0,1 ponto percentual. Aquisição de outros bens (eletrodomésticos, móveis, por exemplo) passou de 3,70% mensais para 3,73% ao mês, apontando avanço de 0,03 ponto percentual.
Puxando o resultado para baixo, veio o crédito pessoal, cujo corte foi de 0,04 ponto percentual, passando de 3,47% a.m. para 3,43% mensais. Por fim, a taxa média mensal para a compra do carro manteve-se em 2,12% mensais.
Nova x antiga
Na tabela abaixo, é possível analisar qual a economia - ou qual o prejuízo - das mudanças, em determinados exemplos selecionados:
De olho nas despesas: renove sua lista de compras!
Quem fica com a tarefa de fazer as compras do supermercado, já sabe: a lista é essencial para segurar as despesas, adquirir apenas os produtos necessários e economizar tempo.
O que muita gente esquece é de "reciclar" sua lista, ou seja, de atualizá-la de tempos em tempos. Como? Talvez seja um bom começo verificar a real necessidade de cada item!
Combate aos hábitos ajuda na economia A correria do dia-a-dia faz com que pequenas decisões se tornem hábito. E isso vale muito no supermercado! Você compra um produto uma vez, gosta, e já coloca na lista. Só que, com o passar do tempo, um novo item pode ser lançado, com preço menor e resultado muito mais eficiente e, você, pelo "costume", nem se dá conta disso.
Com o tempo, o preço avança e o consumidor apressado nem percebe, tão focado que está em resolver tudo rápido. O ideal é destinar um tempo à pesquisa, avaliar produtos semelhantes, observar orientações da embalagem. A diferença de preços pode ser espantosa.
Nada de exageros Outro ponto: tudo o que você compra para sua casa é mesmo consumido? Faça uma experiência: antes de partir para a próxima lista, observe os locais onde guarda produtos de limpeza, higiene pessoal, alimentos, bebidas e, claro, confira também a geladeira.
Verifique se muitos itens sobraram da última ida ao supermercado e qual o prazo de validade.
A dica vale, principalmente, para quem mora com a família. Você se empolga e acaba comprando o tal iogurte preferido de um, o pacote de bolacha do outro. Quando vai ver, nada disso foi consumido, por terem enjoado do sabor ou por qualquer outro motivo... conclusão: a validade venceu e seu dinheiro foi embora com ela!
Esforço coletivo O ideal é que todos da casa tenham esta consciência. Afinal, a família inteira é afetada por uma crise no orçamento. Procure questionar a necessidade de cada um, e se realmente vão consumir o item pedido.
Tenha consciência de que você pode dar o ponto de partida nesta "campanha". Experimente reduzir a quantidade de cada produto pedido na lista, após ter percebido que alguns deles "mofaram" no seu armário.
Trabalho doméstico Se você conta com o apoio de uma diarista ou mensalista para lhe socorrer em casa, conquiste a conscientização dela também. Caso contrário, sem você perceber acabará comprando um produto específico para cada tarefa, o que acarretará, mais dia, menos dia, um tremendo rombo no seu bolso.
Escolha os produtos "generalistas" que darão um bom resultado a um custo bem menor. Pese prós e contras e lembre-se: o trabalho é dela, mas a casa e a despesa são suas!
Marinheiros de primeira viagem Para quem optou por morar sozinho há pouco tempo e ainda não tem muita experiência nesta missão, vai o alerta: não se empolgue nas compras!
Com sua lista em mãos, resista à tentação e mantenha-se focado em seus objetivos! Evite ir ao supermercado com fome, muita pressa ou irritado com alguma coisa: o resultado destes três fatores é infalível: abuso no consumo!
Lembre-se do pouco tempo que fica em casa e, em relação aos alimentos, limite-se às poucas refeições que faz no "lar, doce lar". Não saia comprando tudo o que vê pela frente: opte por itens fáceis de preparar e pelas embalagens menores, que são cada vez mais freqüentes nos supermercados, justamente com a intenção de atender ao público com o mesmo perfil que o seu.
Atenção ao bolso Para quem pensa que a tarefa de ir ao supermercado é simples demais, e que cuidados neste sentido são um exagero, vale o alerta: para o controle do orçamento é necessário travar uma verdadeira "briga" para conciliar receita e despesas. Como dificilmente você consegue aumentar seus ganhos de uma hora para outra, o melhor a fazer é dominar os gastos.
O exemplo do supermercado é apenas um entre tantos outros a serem encarados no dia-a-dia. A prática de se controlar nele pode se estender às demais tarefas. Basta começar! Em breve você poderá sentir os resultados. Escrito por ricardoluis2005 às 20h21
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
Você sabe para onde vai o seu dinheiro?
Assim como a grande maioria das pessoas, você deve se perguntar freqüentemente para onde vai o seu dinheiro. Isso porque, depois de trabalhar muito durante o mês, você vê seu salário sumir de uma hora para a outra.
Por incrível que pareça, esse dinheiro que você luta tanto para ganhar recebe pouca atenção. Se você parar para pensar, conseguirá elaborar uma enorme lista de todos aqueles que ficam com uma parte do seu salário: filhos, bancos, despesas da casa etc.
Comece pagando a si próprio Em meio a tantas coisas para quitar, você mal acaba vendo a cor do dinheiro que lutou durante o mês para conseguir, o que corrói seu bem-estar. Dessa maneira, o antídoto para acabar com esse mal é começar pagando a si próprio.
Isso mesmo, antes de destinar seu salário ao pagamento das despesas, defina uma parte que deverá ser sua, para que você a invista e realize sonhos. Lembre-se de começar com uma quantia pequena, para não causar um estrago em seu orçamento.
Somente após separar a sua cota mensal do salário, distribua o que sobrar para as demais despesas. E na hora de elaborar sua planilha de orçamento, conte apenas com o dinheiro sem a parte destinada à você.
Cuidado com os gastos arbitrários Além dos gastos fixos (contas mensais que têm o mesmo valor) e variáveis (despesas freqüentes, cujos valores mudam), existem os arbitrários, ou seja, aqueles que você não precisa fazer mensalmente mas faz.
Neles, estão incluídas as despesas com roupas novas, restaurantes, cinema, teatro etc. No entanto, isso não significa que você deve deixar de se divertir para economizar. Apenas é aconselhável estipular um valor mensal máximo e se manter fiel a ele.
*As informações são do livro "Você tem mais... dinheiro do que imagina", da Editora Saraiva, escrito pela equipe da Letras & Lucros, sob coordenação das jornalistas Mara Luquet e Andrea Assef. Escrito por ricardoluis2005 às 13h29
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
Vai casar ainda este ano? Confira as dicas e planeje uma festa econômica!
Ao contrário do que muitos imaginam, dezembro - e não maio - é o mês em que as pessoas mais se casam. De acordo com estudos do IBGE, nas últimas três décadas, a maior ocorrência de casamentos é no último mês do ano. A explicação é simples: dezembro é o mês do 13º salário, o que dá uma folga no orçamento, para ajudar nos gastos com a festa.
E festa de casamento não costuma ser barata. "O céu é o limite! Para quem tem dinheiro, é possível gastar milhares de reais. Alguns casais fazem questão de personalizar tudo, desde o guardanapo - com monogramas - até mandar construir o local da cerimônia", afirma a organizadora da Trieventos, Mara Linhares.
A organizadora, no entanto, afirma que, para ter uma festa bonita e elegante, não é preciso gastar excessivamente. "Tomando alguns cuidados e mudando algumas escolhas, é possível ter uma festa mais barata, que custe cerca de R$ 45 mil. Acho possível fazer uma festa de R$ 80 mil, para 200 pessoas, cair pela metade", explicou.
Na hora de casar Faltam alguns meses para o final do ano e, segundo a organizadora, ainda dá tempo de planejar uma festa de casamento para 2007.
Para os que querem casar, mas não querem exagerar nos gastos, Mara listou uma série de dicas práticas para reduzir os custos na hora de celebrar a união. Confira:
O serviço de floricultura é um dos mais caros em um casamento, mas é indispensável. Para diminuir os gastos, opte por colocar mais folhagem do que flores no arranjo. E não desmereça flores mais baratas: elas podem ficar bem bonitas em arranjos bem feitos;
Os noivos costumam gastar muito com som, por falta de conhecimento: "Eles vão procurar uma empresa especializada e, grande parte das vezes, contratam muito mais equipamentos do que é necessário para o ambiente onde será a festa. Minha dica é se informar para contratar o necessário e não se deixar enganar";
"Pode parecer detalhe pequeno, mas os gastos do buffet aumentam muito, quando os noivos optam por forminhas de docinhos dourados ou prateados. Eu garanto, é possível fazer mesas lindas com embalagens simples", afirma a organizadora;
Para o bem-casado a dica também vale: "Gaste menos na embalagem. O que vale é fazer um doce de qualidade";
Almoços ou jantares são sempre mais caros que coquetéis, pense nisso!;
Se o casal não abre mão de casar em um sábado, a opção é fazer a cerimônia de manhã ou à tarde. Fica bem mais barato que festas noturnas;
Por fim, escolha um parente que possua uma letra bonita e evite gastos com o calígrafo.
Usa o cheque especial? Banco pode interromper concessão do crédito
Correntistas que utilizam o cheque especial com freqüência e, muitas vezes, como "renda complementar", devem ficar atentos não só ao pagamento de juros. O financiamento por meio dessa modalidade pode ser interrompido pelo banco assim que ele julgar necessário - como em casos de superendividamento e inclusão do nome do cliente no cadastro de inadimplentes.
De acordo com a Fundação Procon de São Paulo, para tomar essa atitude, basta que o contrato de concessão de crédito não seja renovado e o consumidor seja devidamente avisado. "Não existe um prazo para que o banco comunique a pessoa, mas entendemos que 30 dias é um período razoável", explicou Renata Reis, técnica da entidade.
Prazos e direitos Renata detalhou que, normalmente, os acordos entre instituição e correntista a respeito do cheque especial possuem prazo médio de 90 dias. Quando nenhuma das partes se manifesta sobre a interrupção ou não do financiamento, o contrato é renovado automaticamente.
O mesmo ocorre quando um banco compra outro: pode haver mudança na prestação de serviço, mas o correntista deve ser avisado com antecedência e perder a "regalia" apenas quando acabar o contrato antigo.
"Se o consumidor não for avisado e o serviço cancelado, ele pode brigar pela manutenção do limite de crédito até o próximo período", contou a técnica, adicionando que todos os encargos gerados nesse intervalo de tempo, tais como devoluções de cheque, por exemplo, devem ser restituídos, com as devidas correções. "Além disso a pessoa pode abrir um processo de danos morais sofridos", adicionou.
Ganhos com juros De qualquer maneira, Renata afirmou que problemas como esse dificilmente chegam ao Procon São Paulo. "Quando acontece é por conta de um erro de sistema, por exemplo", explicou, lembrando que, para os bancos, é interessante lucrar com os juros da utilização do crédito.
Conforme pesquisa da entidade, os juros médios do cheque especial são de 8,22% em setembro, nos dez principais bancos brasileiros. Veja:
*Valor contratado: R$ 950. Utilização: 1 mês Escrito por ricardoluis2005 às 12h56
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
Classe média trabalha até fim de setembro para pagar impostos e serviços
Brasileiros com rendimento mensal entre R$ 3.000 e R$ 10.000 são os que mais trabalham para pagar impostos e, também, para arcar com os gastos de despesas básicas, como plano de saúde e educação.
De acordo com o IBPT - Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, para honrar com todos esses gastos, são necessários 272 dias de esforço, ou seja, todo o trabalho desde o início do ano até 29 de setembro terá um único objetivo: pagar contas.
Para os brasileiros com renda mensal acima de R$ 10.000, o esforço termina em 26 de setembro (269 dias) e, para aqueles com renda até R$ 3.000, foram necessários 183 dias de trabalho, terminados em 2 de julho.
Educação concentra gasto maior Segundo o IBPT, 74,39% da renda anual do brasileiro de classe média vai para o pagamento de tributos e serviços. Entre estes últimos, gastos com educação exigem a maior parcela (13,29%) e tomam 49 dias de trabalho.
Os brasileiros com renda mais alta trabalham 37 dias para gastar com educação e aqueles com rendimento mais baixo necessitam de 21 dias para este tipo de despesa.
Renda até R$ 3 mil
Renda de R$ 3 mil a R$ 10 mil
Renda acima de R$ 10 mil
% da renda
dias
% da renda
dias
% da renda
dias
Tributos
38,75%
141
42,70%
156
41,73%
152
Saúde
3,22%
12
10,93%
40
9,01%
33
Educação
5,77%
21
13,29%
49
10,14%
37
Segurança
2,07%
8
4,77%
17
7,71%
28
Previdência
0,27%
1
2,19%
8
4,49%
16
Pedágios
0,19%
1
0,51%
2
0,72%
3
Total
50,27%
183
74,39%
272
73,80%
269
*Diferença na somatória dos dias é devido ao arredondamento dos resultados
Pelo mundo Levando-se em consideração apenas o pagamento dos tributos, na média, o brasileiro trabalha 146 dias por ano para pagar impostos. Nos Estados Unidos, por exemplo, são necessários 102 dias trabalhados e, na Argentina, 97 dias.
Juros dos bancos ficam estáveis em setembro; veja quanto custa tomar crédito
A Fundação Procon de São Paulo divulgou nesta quarta-feira (12) que tanto os juros médios do cheque especial quanto do empréstimo pessoal não se alteraram entre agosto e setembro. Dessa forma, as taxas empregadas pelos dez maiores bancos do País estão em 8,22% mensais e 5,27% ao mês, nessa ordem.
Contudo, é importante saber que as taxas variam - e muito - de banco para banco, o que faz com que o gasto com juros seja muito diferente.
Em cada banco Caso tomar crédito seja algo inevitável, deve-se ter atenção às variações de cobrança. A menor delas, para cheque especial, está na Caixa Econômica Federal (7,20% ao mês), enquanto que a maior, conforme o Procon, é verificada no Safra (9,29% a.m.):
O mesmo ocorre quando se toma um empréstimo. No banco Nossa Caixa são cobrados 4,25% de juros por mês, contra 5,92% mensais impostos pelo Itaú:
Empréstimo em 12 meses*
Banco
Taxa mensal
Gasto total
Nossa Caixa
4,25%
R$ 1.945,86
Banco do Brasil
4,53%
R$ 1.977,38
HSBC
4,56%
R$ 1.980,77
Caixa Econômica Federal
4,49%
R$ 1.972,86
Bradesco
5,47%
R$ 2.085
Santander Banespa
5,78%
R$ 2.121,17
Unibanco
5,87%
R$ 2.131,71
ABN Amro Real
5,90%
R$ 2.135,23
Safra
5,90%
R$ 2.135,23
Itaú
5,92%
R$ 2.137,58
*Valor contratado: R$ 1,5 mil. Pagamento em 12 meses Escrito por ricardoluis2005 às 12h59
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
Entenda o que são e como funcionam os títulos de capitalização
Ganhar dinheiro fácil é um desejo compartilhado por grande parte das pessoas. Se isso não fosse uma realidade, as loterias não acumulariam prêmios em montantes milionários! Mas o problema de jogar na loteria é que, uma vez realizada a aposta, não há retorno algum, a menos que você seja premiado, o que não ocorre com freqüência.
A saída, então, para quem quer concorrer a prêmios e não perder a totalidade do capital aplicado, pode ser os títulos de capitalização.
Este produto financeiro não constitui necessariamente uma forma de investimento, mas se assemelha a uma aplicação em poupança, já que há a possibilidade de pagamentos periódicos, que se acumulam e apresentam correção monetária. O grande atrativo é que, através destes pagamentos, que variam de título para título, o aplicador concorre a prêmios várias vezes.
Como funcionam os títulos de capitalização? Oferecidos pelas Sociedades de Capitalização autorizadas pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), os títulos de capitalização devem ser estruturados com prazo de vigência de, no mínimo, 12 meses, sendo que, em alguns casos, podem apresentar um período de carência. Ou seja, o capital aplicado não poderá ser resgatado a qualquer momento, de maneira que a emissora do título pode estipular uma penalidade de até 10% do capital constituído para estes casos.
A forma de pagamento mais comum é a mensal e sucessiva. Contudo, também existem títulos nos quais o pagamento é realizado uma única vez e sua vigência deve ser estipulada na proposta. Vale lembrar que os títulos com pagamentos mensais podem ter seu prazo de vigência maior do que o prazo de pagamento estipulado na proposta.
É importante ressaltar que cada pagamento realizado costuma apresentar três componentes: a quota de capitalização, que constitui a maior parcela, a de administração e a de carregamento. A primeira refere-se ao percentual destinado à constituição do capital, a segunda é utilizada para custear os prêmios sorteados e a terceira se destina aos pagamentos de reservas de contingência, despesas com corretagem etc.
Na hora de resgatar Consideradas as formas de pagamentos, é hora de entender como se dá o resgate do capital. Mensalmente e obrigatoriamente, os percentuais dos pagamentos efetuados destinados à quota de capitalização são corrigidos pela TR (Taxa Referencial), a mesma que atualiza a caderneta de poupança.
Além disso, o montante aplicado terá a aplicação de taxa de juros, que pode ser diferente em cada título, mas que é limitada ao mínimo de 20% da taxa de juro mensal aplicada à caderneta de poupança.
A despeito da possibilidade de receber de volta com correção monetária as parcelas pagas, não há obrigação prevista em lei para que o resgate seja igual ao montante pago, de maneira que a quantia resgatada dependerá do plano contratado.
Sendo assim, há planos que podem devolver 100% do capital aplicado somado da correção monetária e da TR, mas é preciso ler com atenção as condições gerais do título, pois esta devolução total não é obrigatória.
Inadimplência pode levar ao cancelamento do título É importante lembrar, porém, que, ao adquirir um título de capitalização, os pagamentos devem ser necessariamente efetuados, já que as empresas emissoras têm o direito de cobrar a atualização monetária para os pagamentos após o prazo de vencimento.
Além disso, mesmo que as empresas não optem por essa medida, em qualquer hipótese, os títulos que estão em atraso são suspensos e perdem o direito aos sorteios durante o prazo de suspensão.
O título também poderá ser cancelado, caso um determinado número consecutivo de atrasos, definido em cada título, ocorra. Contudo, ainda assim o titular terá direito sobre o capital formado para resgate, depois de encerrado o período de carência.
Analise seus objetivos Antes de aplicar seu dinheiro em um título de capitalização, é importante ter em mente quais seus objetivos e as características do produto.
Se, por um lado, na capitalização o capital constituído ao longo do período de aplicação é inferior ao da caderneta de poupança, por outro estes títulos permitem o acúmulo de poupança, já que há incentivos para que não se atrasem os pagamentos. Ao mesmo tempo, você concorre a prêmios, como uma espécie de loteria. Escrito por ricardoluis2005 às 13h31
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
Desconhecimento financeiro: você já parou para medir o seu?
Em uma era em que convivemos diariamente com milhares de informações e temos inúmeros recursos disponíveis, a aquisição do conhecimento, sem dúvida, é o principal fator para obtermos sucesso em qualquer aspecto da vida. E no mundo das finanças não poderia ser diferente.
Conforme explica o professor de Finanças da Faculdade de Economia e Administração da USP, Rafael Paschoarelli, a falta de conhecimento dá ao leigo a ilusão de ter feito bons negócios. Sem estar informada, é provável que a pessoa não saiba onde investir seu dinheiro, quando dispuser de uma sobra, e muito menos aonde ir buscá-lo, quando estiver precisando.
Também corre o risco de se tornar "uma presa fácil", ao buscar orientação com as pessoas erradas, que são justamente aquelas com quem vai negociar, pois elas certamente vão enumerar apenas o lado bom da situação, deixando de lado, por exemplo, dados bastante úteis, como o valor dos juros tomados em um empréstimo.
Avalie seu desconhecimento financeiro A boa notícia, afirma Paschoarelli, é que este mal tão democrático, que pode afligir a todos, independentemente de condição social, raça ou formação escolar, pode ser facilmente corrigido. Para tanto, o primeiro passo é ter humildade o suficiente para notar a falta de conhecimento e identificar o problema.
Neste sentido, o docente propõe em seu livro A regra do Jogo (Editora Saraiva) um questionário para a pessoa detectar o que ele chama de Grau de Desconhecimento Financeiro. Veja algumas perguntas:
Você acaba de ganhar um valor maior que a sua renda mensal. Após receber o dinheiro e pagar suas dívidas, sabe responder em cinco segundos onde investir o dinheiro?
Se disserem que você precisa poupar, sua primeira idéia é guardar dinheiro na caderneta de poupança?
Se o rendimento da sua aplicação render 1% no mês, você já está satisfeito?
O gerente da sua conta do banco é o seu consultor financeiro?
Conhecimento + Atitude Já pensou nas questões? Então, se sua resposta foi "não" para todas, com exceção da primeira, você faz parte de um seleto grupo de privilegiados, o dos que detêm o conhecimento financeiro. Caso contrário, é melhor partir imediatamente para o segundo passo indicado pelo autor: adquirir o conhecimento mínimo necessário sobre as regras que governam o mundo do dinheiro.
De nada adianta, no entanto, seguir essa etapa, se ela não for acompanhada de algo tão ou até mais importante do que o conhecimento: atitude, o que requer mudança de comportamento. Como exemplo de falta de atitude ou de uma atitude arrogante em relação ao dinheiro, está o desprezo que algumas pessoas têm por ele.
Geralmente, essas pessoas podem até ser profissionais competentes em suas atividades, mas se revelam bastante displicentes quando se trata de trabalhar em favor do próprio dinheiro. Dizem não ter tempo para cuidar de suas finanças e acabam delegando a terceiros, geralmente ao gerente do banco, o aconselhamento de como investir ou a melhor forma de tomar empréstimo (assunto abordado na última pergunta).
Se esse for o seu caso, é bom rever os seus conceitos, porque isso vai lhe custar muito caro, finaliza o autor. Escrito por ricardoluis2005 às 13h30
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
Finanças pessoais: o que você quer do seu dinheiro?
Em tempos de loteria acumulada, é comum nos pegarmos pensando o que faríamos com tanto dinheiro. No entanto, é possível realizar boa parte de nossos sonhos apenas com planejamento financeiro.
Para isso, é necessário ter em mente o que você quer do seu dinheiro e escrever em um papel. Além disso, é fundamental elaborar uma planilha de orçamento, onde constem todas as suas despesas (fixas e variáveis) e receitas.
Descubra o que atrapalha Depois de listar seus ganhos e gastos mensais, é preciso detectar o que atrapalha a realização de seus sonhos. Muitas vezes, são pequenas atitudes que passam despercebidas em nosso dia-a-dia. Confira alguns exemplos a seguir:
Você quer trocar de carro, mas paga uma enorme conta de celular todo mês?
Você quer passar dois anos no exterior, mas resolveu trocar de carro e tem de pagar prestações muito altas?
Você quer comprar uma casa, mas viaja todo ano para o exterior?
Escolhas Como a imensa maioria das pessoas não pode ter tudo o que deseja na vida, é preciso fazer escolhas na vida. Basicamente, devemos avaliar as opções que temos para o nosso dinheiro e escolher a que acharmos melhor.
Tendo a sua planilha de orçamento sempre à mão, fica mais fácil fazer estas escolhas. Apesar de as pessoas não a levarem a sério, a planilha é importantíssima para que você veja para onde vai o seu dinheiro e onde pode economizar.
*As informações são do livro "Você tem mais... dinheiro do que imagina", da Editora Saraiva, escrito pela equipe da Letras & Lucros, sob coordenação das jornalistas Mara Luquet e Andrea Assef.
Pesquisa da Telecheque, divulgada nesta segunda-feira (10), mostra que 55% dos consumidores com restrições nos cadastros de proteção de crédito entre julho e agosto deste ano estão nesta situação por causa do descontrole financeiro.
Segundo a entidade, a oferta maciça do crédito nos últimos anos é uma das principais causas da inadimplência.
Diante deste cenário, como usar o crédito de forma consciente, com planejamento, e sem perder o controle?
Crédito consciente A facilidade do crédito não é ruim e não se pode, sempre, tratar o crédito como sinônimo de inadimplência. No entanto, usar o crédito de forma consciente significa planejar o uso do dinheiro, avaliando a real necessidade do consumo e analisando as condições de contratação do crédito.
De acordo com o Instituto Akatu, essas ofertas de crédito só devem ser realizadas para viabilizar negócios de oportunidade, como a compra de um item essencial, por exemplo, ou para resolver imprevistos financeiros.
No entanto, para evitar o descontrole, o ideal é não comprometer mais do que 10% da renda com o crédito. Por exemplo: uma pessoa que ganha R$ 1.000,00 não deve tomar empréstimos cujas parcelas sejam maiores do que R$ 100.
Além disso, vale lembrar que, quando se fala em crédito, é importante incluir nesta situação, também, o limite do cheque especial e o cartão de crédito. Assim, nunca considere como renda esses limites oferecidos pelos bancos. "Não corra o risco de confundir dinheiro disponível (dinheiro que é seu) com dinheiro que estão querendo lhe alugar", ensina o Instituto Akatu, em cartilha sobre o Uso Consciente do Dinheiro e do Crédito.
Antes de contratar Para não ser lesado e transformar o que parecia uma solução em um grande problema, o Procon-SP dá algumas dicas que devem ser tomadas antes de contratar um empréstimo:
Pesquise! Existem hoje no mercado muitas empresas concedendo linhas de crédito pessoal;
Desconfie daquelas que oferecem muitas facilidades;
Informe-se no Banco Central se a empresa tem autorização para realizar tais empréstimos;
Verifique no cadastro de reclamações fundamentadas da Fundação Procon-SP se não existem muitas reclamações contra a empresa;
Analise se as vantagens oferecidas atendem às suas reais necessidades;
Informe-se previamente se as taxas de juros cobradas não irão elevar demais o valor total de seu empréstimo;
Certifique-se de que as parcelas não irão comprometer o seu orçamento, dificultando o pagamento de outras despesas;
Guarde todo o material publicitário. Ele integra o contrato e suas informações devem ser cumpridas.
Economizar e perder peso estão entre as resoluções mais freqüentes entre as mulheres (e homens também). Se você tem esses objetivos em mente, vale conferir as dicas abaixo, que podem ajudá-la a alcançar esse objetivo duplo. Seu corpo e seu orçamento certamente irão agradecer.
A regra básica para alcançar o sucesso é a de fazer, você mesma, coisas que, por falta de tempo ou interesse, acaba pagando para que outras pessoas executem em seu lugar. É bem verdade que, diante de uma agenda bastante apertada, a perspectiva de adicionar mais tarefas ao seu dia-a-dia parece no mínimo desanimadora.
Porém, quando você perceber os benefícios na sua conta bancária e na sua cintura, certamente vai se sentir mais motivada. É claro que o seu tempo também tem preço. Portanto, a idéia aqui não é fazer com que deixe de realizar o que gosta, ou pelo que você é remunerada, em favor de tarefas pelas quais não se interesse ou que não lhe oferecem benefício.
É preciso se reeducar Não há como negar que queimar calorias e adotar uma dieta mais saudável são medidas fundamentais na guerra contra o excesso de peso. Trata-se de um processo que envolve uma revisão de hábitos ou, como os especialistas gostam de chamar, um processo de reeducação.
A intenção não é acabar com as poucas horas de tranqüilidade que você tem depois do serviço, mas sim ajudá-la neste processo de reeducação. Se você não tem tempo para a academia, sente-se cansada para acordar cedo e correr, é possível incluir algumas tarefas domésticas no seu dia-a-dia que contribuam para diminuir seu sedentarismo, e que, ao mesmo tempo, possibilitem alguma economia de dinheiro. Então, por que tanta relutância?
Metas devem ser atingíveis Em geral, o recomendável para se manter o corpo saudável é praticar exercícios regulares por pelo menos uma hora todos os dias, o que, dependendo da intensidade do exercício, permitiria a queima de algo entre 100 e 400 calorias.
Como não existe nada mais regular do que a prática de serviços de manutenção da sua casa, do seu carro etc, basta um pouco de esforço e rapidamente você consegue estabelecer uma lista de tarefas que poderá assumir sem grandes dificuldades.
Contudo, assim como no caso da poupança programada, de nada adianta você estabelecer metas muito drásticas, porque logo irá abandoná-las. Seja realista e comece aos poucos, e à medida que for se sentindo mais preparada, aumente a carga das tarefas e, conseqüentemente, das economias.
Faça você mesma A sociedade moderna nos trouxe confortos que acabam facilitando a nossa vida mas que, por outro lado, incentivam o sedentarismo. Exemplos disso não faltam. Há tempos que dirigir nos grandes centros urbanos se tornou sinônimo de stress e nervoso.
Por que não trocar a meia hora que você perde procurando uma vaga em estacionamento do shopping por uma caminhada rápida a alguma loja de bairro? Enquanto na ida ao shopping você se desgasta com tanta fila e aglomeração, a alternativa de visitar as lojas de bairro pode fazer bem à sua saúde e ao seu bolso. Os médicos estimam que seja possível queimar 270 calorias em uma visita ao shopping, o que equivale a andar por uma hora, a 5km/h.
Mas, se esta caminhada for acelerada, a queima de calorias é mais acentuada e pode chegar a 100 calorias em 15 a 25 minutos, sobretudo se você estiver carregando pacotes de presentes. Isso sem falar, é claro, no fato de que os preços em geral são mais baixos que nos shoppings e você não gasta com estacionamento ou gasolina. O segredo, contudo, é rever hábitos, e mantê-los.
Diante dos recentes aumentos no preço dos combustíveis, vale a pena rever a possibilidade de usar mais o supermercado de bairro e fazer as compras a pé. Neste caso, invista em um daqueles carrinhos de feira, que permitem que você carregue peso sem tanto esforço e, é claro, em um sapato confortável.
Útil ao agradável Mexer com água é algo que acalma, já que ajuda a liberar as tensões de uma rotina exaustiva. Existem várias tarefas domésticas que envolvem o uso de água e ainda permitem que você se exercite ao mesmo tempo em que economiza dinheiro. Porém, não exagere no consumo, senão fará economia de um lado e gastará de outro.
Assim, você pode optar por lavar seu próprio carro no final de semana, o que lhe permitiria economizar algo como R$ 10-15 por lavagem, além de queimar cerca de 100 calorias caso se dedique a tarefa por pelo menos 25 minutos.
Se você tem uma empregada em casa, só porque não quer ter que lavar a louça e arrumar sua cama todos os dias, pode valer a pena rever os seus conceitos. Mesmo que consiga contratar alguém pelo salário mínimo, de R$ 350 mensais, é preciso registrar esta funcionária, efetuar contribuições ao INSS, pagar férias e décimo terceiro, de forma que o custo mensal é bem maior de quase R$ 450.
Ao invés disso, você mesma pode lavar seus pratos e dar uma ajeitada na casa, o que permitiria a queima de algumas calorias, e contratar uma diarista uma vez por semana ou a cada 15 dias. Neste caso, a economia seria de algo entre R$ 150 e R$ 250 no mês!
Maior economia é com saúde Mas a maior economia de todas será alcançada através da melhora na sua saúde, que estes exercícios irão possibilitar. Ao abandonar o sedentarismo, certamente você irá gastar menos com remédios e visitas ao médico.
Lembre-se que estamos discutindo a possibilidade de uma mudança de hábitos, o que exige esforço, mas os resultados compensam. Ao invés de voltar para a casa e ligar a TV, ou o computador, e jantar algum prato congelado com pouco conteúdo proteico e muitas calorias, por que não aproveitar para arrumar o seu escritório, selecionar alguns livros que há tempos está querendo ler, ou até mesmo procurar uma receita nova na internet?
Para quem tem família, vale investir no trabalho em equipe. Por que não fazer um jantar romântico com o seu marido? Dividam as tarefas: você pode cozinhar, ele lava os pratos; além de mudar a rotina, a nova atividade pode permitir um entrosamento maior entre os membros da família. Envolva seus filhos na lavagem do carro, na manutenção do jardim; peça a ajuda deles na manutenção dos quartos etc.
Todo esforço vale a pena Assim, como investimento, não desanime se não conseguir queimar muitas calorias, pois cada caloria queimada é melhor do que uma ganha. É melhor ter consistência e manter o hábito de poupar um pouco todos os meses, ou no caso, queimar um pouco, mas todos os dias, do que esperar fazer algo drástico que logo será abandonado.
A tabela abaixo mostra quanto tempo uma pessoa saudável precisa para queimar cerca de 100 calorias em várias atividades domésticas. Também foram incluídas algumas atividades esportivas a título de comparação:
Atividade
Tempo em minutos
Subir e descer escada
10-15 minutos
Cortar grama
15-20 minutos
Lavar e encerar carro
20-25 minutos
Limpeza geral ou lavar roupa
20 -25 minutos
Lavar janelas
20-30 minutos
Cozinhar
30 minutos
Varrer
30-35 minutos
Pintar ou passar massa nas paredes
35-40 minutos
Lavar prato e passar roupa
45-50 minutos
Caminhar rapidamente
15-25 minutos
Jogar tênis
20-25 minutos
Andar de bicicleta (5,5 milhas por hora)
20-30 minutos
Aeróbica média
20-30 minutos
Fonte: Site Amigos da Balança e Faculdade de Medicina
Mesmo que a tarefa que você pretende fazer não esteja na tabela acima, certamente implicará na queima de calorias e economia para o seu bolso. Basta ver que, mesmo parado, você queima 120 calorias em uma hora, e que uma noite bem dormida de oito horas pode lhe render a queima de 480 calorias. Escrito por ricardoluis2005 às 20h39
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
Para cortar despesas, procure detalhá-las em seu orçamento
Um instrumento fundamental para quem quer manter as contas em dia é, sem dúvida, a planilha de orçamento. Por meio dela, é possível conhecer como anda sua situação financeira, já que você irá organizar todos os seus rendimentos e despesas em determinado período - pode ser em uma semana, a cada quinze dias ou até mesmo em um mês.
Para não entrar no vermelho, o ideal é que seus gastos sejam compatíveis ou até inferiores ao que você ganha. No entanto, se você, como a grande maioria das pessoas, passa por períodos de descontrole financeiro, será necessário reajustar as despesas à sua realidade.
Reorganizando as despesas E tal como no regime de reeducação alimentar, no qual devem ser cortadas as calorias excedentes das refeições, você pode eliminar os gastos supérfluos de seu orçamento, como se estivesse fazendo uma reeducação dos hábitos de consumo. Para tanto, será preciso detalhar esses gastos em sua planilha, de preferência classificando-os conforme a periodicidade e freqüência com que aparecem.
Além disso, sabendo de antemão quais são suas despesas, você poderá prever quanto terá de destinar para o pagamento delas.
Despesas fixas Primeiramente, considere as chamadas despesas fixas, como aluguel, prestações de imóvel, carro ou qualquer outro bem que estiver adquirindo (pelo menos até terminar o financiamento), condomínio, contas de água, luz, telefone, mensalidade escolar ou do plano de saúde.
Esses gastos vão aparecer todos os meses em sua planilha, sempre no mesmo dia, e são inadiáveis. Quer dizer, você não pode simplesmente esquecê-los ou suprimi-los, a não ser que esteja consciente das conseqüências dessa atitude, como a incidência de juros e multa moratória, na melhor das hipóteses, ou jurídicas, na pior delas.
No caso do aluguel, condomínio ou prestações para compra de um bem, procure não comprometer mais do que 30% da sua renda nos pagamentos. Além disso, em todos os casos, tente negociar uma data de vencimento posterior à do recebimento do salário - que, dependendo do caso, pode ser uma vez ao mês, no quinto ou décimo dia útil, ou duas vezes ao mês, no quinto dia útil e todo dia 20 (adiantamento).
Dentre as despesas fixas, no entanto, existem aquelas que podem ser cortadas, como as mensalidades da academia ou do clube, por exemplo. Antes disso, avalie qual o impacto dessa medida em sua qualidade de vida, e a possibilidade de passar a freqüentar um espaço gratuito onde possa praticar suas atividades esportivas e se divertir com a família e os amigos.
Despesas sazonais Logo a seguir, estão as despesas sazonais que, assim como as fixas, são previsíveis e devem ser sempre relacionadas no orçamento, embora apareçam menos constantemente. É o caso, por exemplo, de gastos com uniforme e material escolar ou de presentes em datas comemorativas, como Dia dos Namorados, Dia dos Pais (só para citar os dois próximos eventos do nosso calendário), aniversários, casamentos, entre outras.
Em todas essas situações, vale a velha orientação da pesquisa de preços, para encontrar a opção mais barata. Tente também resistir à tentação de parcelar suas compras, porque, se for um pagamento a "perder de vista", essa despesa deixa de ser sazonal para se transformar quase em uma fixa. E, quando seu orçamento estiver reequilibrado, procure reservar, com antecedência, uma quantia para esse tipo de gasto, pois, conforme já foi dito, é possível prever quando ele ocorrerá.
Periódicas e imprevistas Existem ainda as despesas periódicas que, como o próprio nome diz, ocorrem apenas em certos períodos do ano, mas, ainda assim, podem ser previstas. Nessa categoria, se enquadram o pagamento do IPTU, do IPVA, licenciamento e seguro do carro.
Apesar de essas despesas serem menos freqüentes, não deixe de dar atenção a elas, já que, no caso do IPTU, por exemplo, o esquecimento pode custar bem caro: 20% de multa sobre o valor da parcela. Caso tenha algum dinheiro sobrando (como o décimo-terceiro) ou se sua situação permitir, avalie também se é mais vantajoso quitar esses débitos à vista, obtendo um desconto. E, se tiver de optar pelo parcelamento, considere a possibilidade de realocar a despesa no tipo das fixas, temporariamente, até quitá-la por completo.
Por fim, mas não menos importante, estão as despesas imprevistas, que são um verdadeiro pesadelo para quem não dispõe de uma reserva financeira e ainda tenta se equilibrar no limite do cheque especial. Pode ocorrer, por exemplo, quando se necessita com urgência dos serviços de um mecânico ou quando você, descuidado, acabou ganhando uma multa de trânsito.
Para não se afundar ainda mais, siga o mesmo procedimento para as despesas sazonais, ou seja, efetue a velha pesquisa de preços. E se tiver algum saldo disponível na poupança, analise se não seria melhor retirá-lo para pagar essa despesa, em vez de aumentar seu débito no cheque especial, já que os juros dessa modalidade de crédito são bem maiores do que os do rendimento daquela aplicação. Escrito por ricardoluis2005 às 20h29
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
Orçamento no vermelho? Corte as despesas fixas, reavaliando padrão de vida
Quando está passando por uma crise financeira, com as dívidas se acumulando, a grande maioria das pessoas pensa logo em reduzir ou até cortar despesas consideradas supérfluas ou derivadas do impulso consumista, adiando a compra de uma roupa ou deixando de ir ao cinema por um determinado período, por exemplo.
No entanto, ao consultarem a planilha de orçamento mensal, muitos endividados costumam manter inalterados os gastos fixos, quando, na verdade, a eliminação de alguns deles pode representar um alívio para o bolso.
Não se trata, logicamente, de deixar de pagar a prestação da casa ou do carro ou, ainda, as contas de água, luz, telefone e os impostos, já que, no primeiro caso, os custos no presente são revertidos para formar um patrimônio para o futuro e, no segundo, correspondem a itens básicos ou a obrigações cuja inadimplência pode comprometer seriamente a sua vida (ou a da sua família).
Há itens que constam como despesas fixas, contudo, que acabam passando despercebidos na hora de se "enxugar o orçamento" e podem ser substituídos por alternativas mais baratas e até gratuitas, desde que se faça uma reavaliação dos padrões de consumo. Veja quais são os mais comuns deles.
Lazer dentro e fora de casa Na relação de gastos fixos, por exemplo, geralmente aparecem as mensalidades do clube ou da academia. Se ainda está em dúvida se quer eliminá-los do seu orçamento, pare para refletir se está usufruindo desses locais de lazer como deveria. Ou será que você é apenas um "turista", que aparece apenas uma vez por semana? Neste caso, não fará falta alguma cortar essa despesa, que não sai por menos de R$ 100 ao mês, e que, ao final de um ano, soma R$ 1.200.
Além disso, hoje é possível contar com inúmeros clubes, associações, parques e outros locais de lazer gratuitos, que oferecem inclusive opções de prática esportiva. Somente na cidade de São Paulo, segundo dados da secretaria municipal de esportes, são 40 clubes, distribuídos pelos bairros.
A redução das despesas que aparecem todo o mês não se limitam àquelas realizadas fora de casa. Assinaturas de jornais, de revistas ou da TV a cabo também devem ser reconsideradas. Mais uma vez, pense na relação custo-benefício. Com a correria diária, é provável, por exemplo, que você não disponha de tempo suficiente para desfrutar de todos esses meios de informação, que acabam se tornando inúteis. É provável até que as publicações fiquem em um canto, praticamente intactas, e a televisão, desligada a maior parte do dia.
Uma alternativa, neste caso, pode ser a manutenção da assinatura da internet, por meio da qual você terá acesso não só às publicações impressas como também a alguns destaques da programação televisiva. Você pode ainda recorrer, de vez em quando, ao aluguel de DVDs, para se atualizar com os lançamentos do cinema.
Vale ressaltar que, antes de pedir o cancelamento dos serviços, é importante verificar a data de vencimento do contrato, para não ter de gastos com multa de rescisão.
Mantendo a aparência e a saúde Outros gastos que acabam se transformando em permanentes são aqueles para manter a aparência. Você pode reduzir as idas ao salão de beleza e passar a se cuidar em casa. Considerando que a pessoa arrume as unhas das mãos uma vez por semana e a dos pés, a cada 15 dias, a economia mensal pode variar de, em média, R$ 54 - com o primeiro serviço custando R$ 7 e o segundo, R$ 13 - a R$ 70 - caso os preços sejam de R$ 10 e R$ 15, respectivamente.
A mesma dica vale para os cuidados com os cabelos. Neste caso, em um primeiro momento, será preciso adquirir acessórios como secador e até uma prancha alisadora. O gasto inicial, no entanto, pode contribuir para diminuir a freqüência com que se procura um profissional para realizar um serviço que dura somente até a próxima lavagem.
Por fim, está um tipo de gasto que entra na conta de todo o fumante: a da compra dos cigarros. Supondo que consuma um maço por dia, ao custo médio de R$ 2,80, ao final de um mês, a pessoa estará pagando R$ 84 para manter o vício.
E o prejuízo, talvez, não pare por aí, caso seja necessário custear tratamento médico ou remédios por causa de alguma doença relacionada ao tabagismo. Esse é o tipo de despesa que, se eliminada, fará bem à saúde do seu corpo e do seu bolso. Escrito por ricardoluis2005 às 20h26
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]